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set
Cidade japonesa sofre com a pesca predatória do atum no Japão
Interessante reportagem do The New York Times sobre o atum. O texto conta a história de um pequeno vilarejo japonês que historicamente teve como base a pesca artesanal do atum. Agora, devido a pesca predatória de grandes barcos japoneses, incluindo alguns que usam aviões e helicópteros para localizar cardumes, o futuro do vilarejo está sob risco, incluindo um festival de atum que é realizado durante três dias em outubro.
O texto mostra a ira dos pescadores artesanais japoneses com a grande indústria da pesca e a falta de ação do governo de Tóquio em tomar medidas para evitar o colapso do atum.
Ironicamente, os pescadores do vilarejo de Oma se beneficiaram indiretamente por um curto perÃodo de tempo da sobrepesca. Com a escassez do atum, os preços subiram até o ponto em que empresários pagaram US$ 220 mil por um peixe de 200 quilos. Recentemente um sushimen de Hong Kong pagou US$ 50 mil por metade de um atum de 127 quilos.
Agora, os moradores tentam achar alternativas para o atum, mas todas as tentativas até agora foram frustradas porque nenhum outro animal do mar tem o mesmo apelo ao paladar japonês do que o atum. O grito de revolta dos pescadores tradicionais, que ficam até duas horas tentando tirar um único peixe do mar em pequenas embarcações segue-se ao de ambientalistas, pescadores de diversos outros paÃses que inutilmente tentam frear a pesca predatória japonesa há anos.
Tuna Town in Japan Sees Falloff of Its Fish – NYTimes.com
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Tags: atum, japão, pesca, sashimi, sustentabilidade
Este post foi publicado segunda-feira, 21 de setembro de 2009 às 15:23 e colocado na categoria Alimentação, Geral, Uso da Terra. Você pode seguir os comentários à este post pelo RSS 2.0 feed. Você também pode deixar um comentário abaixo. Pinging não é possível neste post.
Há relatos de amigos que fazem pesca esportiva, de que navios pesqueiros japoneses são vistos constantemente na costa brasileira com redes (acreditem) de até 5 mil metros, capturando todas as espécies e descartando mortas as não comerciais. As espécies mais apreciadas são o atum (ou o nosso bonito) e os tubarões e cações dos quais estes assassinos só aproveitam as barbatanas e as nadadeiras. Depois de corta-las, jogam os peixes ainda vivos ao mar. A marinha brasileira precisa tomar providencias, mas para isso, nescessita de mais recurso e homens. De que adinata nós, pescadores de varinha obtermos licença do IBAMA, se quando vamos pescar vemos estes absurdos? Se o Japão não quer pagar para ter comida para o seu povo é problema deles, Nós não podemos paga por isso, já que eles só produzem arros e filhos e ainda comem carne de baleia e golfinho.
23 de fevereiro de 2010 às 22:59