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Gosma máxima: MP 452 e asfaltamento da BR-319
Que o Congresso Nacional está com a imagem arranhada não é novidade para niguém. Agora, deputados e senadores tocam a pedido do Palácio do Planalto um projeto com motivos escusos, a título de desenvolvimento: o asfaltamento da BR-319, para ligar Porto Velho a Manaus.
A iniciativa pode criar um grande vetor de desmatamento no coração da Floresta Amazônica. Atualmente, o estado do Amazonas é um dos que apresenta maior índice de preservação da floresta porque o acesso à madeira é precário ou não existe. Em poucas palavras: o projeto só interessa a quem quer desmatar o coração da Amazônia. Leia abaixo a cronologia da construção de mais uma Gosma Máxima.
Porém, uma Medida Provisória que tramita no Congresso pretende facilitar ou mesmo eximir as estradas de qualquer licenciamento ambiental pode criar uma avenida do desmatamento no coração da Amazônia. De forma bastante resumida a situação é a seguinte:
:: A BR-319 foi construída na década de 1970 pelos militares dentro da lógica de ocupação da amazônia vigente na época;
:: Desde 1988 está abandonada e, como nunca foi completamente asfaltada, não liga as duas cidades;
:: Em 1996 foi incluída no programa Avança Brasil do presidente Fernando Henrique Cardoso, porém posteriormente foi retirada por falta de justificativa econômica.
:: Em 2000 foi novamente incluída no Avança Brasil e 158 km foram pavimentados.
:: O asfaltamento completo foi novamente incluído no Plano Plurianual do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com previsão de execução em 2007, porém o ministro do Transportes Alfredo Nascimento – do Amazonas – decidiu antecipar a obra para 2005, sem observar as normas da legislação ambiental.
:: O Ministério dos Transportes defende que não é necessário o asfaltamento porque trata-se de um via antiga. Contudo ela não é transitável na maior parte do trajeto.
:: Incluída como obra do PAC, o Tribunal de Contas da União recomendou em setembro de 2007 a paralisação das obras da rodovia e de mais 76 projetos devido à constatação de irregularidades.
:: Em setembro do ano passado, o Ministério do Meio Ambiente suspendeu por 60 dias o processo de licenciamento ambiental para as obras da rodovia. Na ocasião, o ministro Carlos Minc afirmou que a medida era preventiva para evitar “uma tragédia ambiental de grandes proporções”. Minc defendeu também a construção de uma ferrovia ao invés de rodovia, conforme sugerido por ambientalistas para reduzir o impacto ambiental da obra.
:: No dia 26 de março, o estado do Amazonas anunciou a criação de seis unidades de conservação com uma áreea total de 2,3 milhões de hectares. As medidas foram tomadas para mitigar o impacto da construção da estrada. Na ocasião da suspensão do licenciamento ambiental da obra, Minc afirmou que o projeto da rodovia só seria analisado pelo Ibama depois que um grupo de trabalho pudesse avaliar o projeto das unidades de conservação.
:: O deputado federal José Guimarães (PT-CE, mas você vai lembrar dele pelo caso do assessor com dólares na cueca) apresenta emenda à Medida Provisória 452 para eximir as rodovias de licenciamento ambiental, que foi aprovada na Câmara.
:: O senador Eliseu Resende (DEM-MG,) apresenta novas emendas à MP 452 que agora tramita no Senado. De acordo com o Greenpeace, as emendas do senador tiram as rodovias do alcance de qualquer legislação ambiental. Caso seja aprovada no Senado, a MP deve votar para nova votação na Câmara.
Para entender mais sobre a questão, a história e os interesses pro trás da MP 452 e do asfaltamento da BR-319, o texto mais esclarecedor até agora é o da antropóloga Mary Allegeretti (que foi uma das fontes para construção do histórico acima). Vale também a leitura do comunicado do Greepeace, divulgado ontem. E a cobertura da Agência Brasil sobre o tema (link para a página de resultados para BR-319).
Por último mas não menos importante olhe com cuidado a imagem do Google Maps abaixo. Ela mostra o trajeto da BR-319 e da BR-163, que liga Cuiabá a Santarém. Na BR-163, o mero anúncio do asfaltamento da estrada aumentou o desmatamento na região em 500%. A imagem mostra os danos à floresta nas imediações de Sinop. enquanto isso, a mata no entorno da BR-319 permanece intacta. Ao menos por enquanto.
Exibir mapa ampliado
A saída? A saída é pressionar senadores e congressistas para votarem contra esta Gosma Máxima de chapa branca. Isso pode ser feito a partir da página da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
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Tags: Amazônia, asfaltamento, BR-319, cronologia, desmatamento, estradas, histórico, MP 452, transporte
Este post foi publicado quinta-feira, 21 de maio de 2009 às 12:07 e colocado na categoria Geral, Gosma Máxima, Uso da Terra. Você pode seguir os comentários à este post pelo RSS 2.0 feed. Você também pode deixar um comentário abaixo, ou trackback do seu próprio site.
E isso não é tudo… A análise dos impactos ambientais da BR_319, além de parcial, é “recortada”. Nessa análise não estão sendo consideradas as esttradas vicinais que ligam a rodovia a sedes de municípios na calha do Purus e Madeira, Complexo do Madeira e outras estradas abertas que, em breve tbm serão pavimentadas, e outras projetadas mas ainda intransitáveis como a BR-317 que silenciosamente tbm está sendo licenciada.
22 de maio de 2009 às 12:41
É uma vergonha!!!
Trata-se, a MP452, de uma insurgencia deste orgão podre em que se transformou o DNIT, que quer passar por cima da legislação ambiental brasileira, da Constituição Federal e da própria lei que o criou, a de n. 10.233, de 05 de junho de 2001.
Se aprovada, será mais uma vergonha para o Senado, que terá de prestar contas não só ao país como a todo o mundo, cada vez mais consciente das dificuldades enfrentadas devido ás mudanças climáticas.
Mas os verdadeiros brasileiros que conseguiram captar o absurdo e o risco que esta MP traz para o país não vão se curvar facilmente, irão defender os interesses nacionais até o final, nossos direitos estão garantidos pela Constituição Federal.
Alô imprensa, é chegada a hora da verdade: os que se omitirem serão também responsáveis por este crime, caso ele venha a acontecer.
22 de maio de 2009 às 19:43
A SÍNDROME DA SUPERPOPULAÇÃO (por: Benigno Araujo Dias)
Em Gênesis: 9:7 Deus ordena: “Mas vós frutificai, e triplicai-vos; povoai abundantemente a terra, e multiplicai-vos nela”. Seguir esta ordem divina seria um suicídio coletivo, gente se afogando em gente. SAIBAM O PORQUÊ:
A explosão demográfica é, sem dúvida, a causa de quase todas as mazelas modernas. Cada indivíduo que nasce, constitui um multiplicador de problemas em potencial.
O fenômeno da superpopulação traz, inevitavelmente, a sociedade competitiva. Na sociedade competitiva, o homem passa a enfrentar o seu semelhante como um inimigo, embora, quase sempre, não-declarado. Para derrotar o competidor, consciente ou inconscientemente, o ser humano incorpora o seu mais extremo recurso: a lei que revoga as demais, a lei da sobrevivência. Não a lei da sobrevivência instintiva, mas aquela calculada, arrivista. Nesse estágio, os inversos de valores, como: moral, solidariedade e sinceridade tornam-se armas diabólicas da estratégia interpessoal. Passa-se a conviver, então, numa sociedade pandemônica, algo pior que a sociedade de lobos preconizada por Plauto; quem dera fosse, pelo menos, lobos não raciocinam!
A multidão serve também como camuflagem (mimetismo) para muitas pessoas se despersonalizarem, corromperem-se……na quase certeza de que passarão despercebidas. Outras assim procedem para chamar a atenção, pois à medida que aumenta a população, mais um elemento se sente diminuto, anônimo. E há até aqueles que se entorpecem; como a buscar um condicionamento psicológico capaz de ajustá-los às adversidades cotidianas .
À proporção que a superfície terrestre vai sendo povoada, sobra menos solo cultivável. A agropecuária dispõe, paradoxalmente, de menor espaço para produzir alimentos para um maior número de consumidores. Então, recorre-se ao “milagre da química”. A fim de conciliar a ganância de quem produz à necessidade de quem consome, aplica-se o fertilizante, a herbicida, o transgênico, a clonagem etc. Tudo isso tem como decantador ou despejo final, o corpo humano, constantemente bombardeado . Surgem as moléstias; enfermidades cuja proliferação mais rápida e resistente será propiciada pela grande concentração de organismos fragilizados, coabitantes de um ecossistema cada vez mais insalubre.
A indústria, por seu turno, na tentativa de responder à demanda e competir com a concorrente, automatiza-se, robotiza-se. Tal processo implica a troca do trabalhador pela máquina, sinônimo de desemprego e desespero. Sobretudo no mundo globalizado. Um chinesinho que acabou de nascer, pode prejudicar a qualidade de vida dum brasileirinho aqui. A China é uma nação onde a economia ainda não abraçou o dogma do capitalismo ocidental. O trabalhador chinês vende sua mão-de-obra numa escala depreciada, por conseguinte, seus produtos comerciais são processados a baixo custo. Desse modo, é mais vantajoso, para um empresário brasileiro, importar bugigangas chinesas do que comprar artigos da indústria nacional, embora esta segunda opção significasse a inclusão de trabalhadores brasileiros no setor produtivo.
Em meio à tanta tribulação, o tecido social se esgarça, levando as pessoas ao estado de niilismo: “não nos resta mais nada, estamos às vésperas do fim”. Esse tipo de sensação desperta no homem uma gana voraz por lograr e estocar tudo, antes que alguém chegue primeiro.
E todos passam a pensar e agir assim; o individualismo e a desconfiança recíproca se exacerbam. Segundando esta afirmativa, a Fundação Getúlio Vargas, em recente pesquisa, constatou que os países mais populosos são mais corruptos, não somente em quantidade, mas em percentagem também.
Por essa busca enlouquecida, a princípio, aquela que acaba pagando mais caro é a natureza, a qual, degradada, “vinga-se” do homem. Isso justifica a preocupação do chefe do Programa Ambiental da Organização das Nações Unidas, Klaus Toepfer, manifesta durante sua visita em Sidney-Austrália. Referindo-se à China, disse Toepfer: “Quadruplicar o PIB de uma país de 1,3 bilhões de habitantes, imaginem a catástrofe ambiental que tal ambição possa trazer à vida na terra!”
Claro que um freio abrupto na densidade demográfica, mundial, é algo que beira às raias da utopia. Mesmo porque, hoje, o número de habitantes de um país virou trunfo das negociações internacionais. Basta espelhar-se pelo mau exemplo da China: seu governo tem violado os direitos humanos sistematicamente, nem assim, as potências capitalistas (as detentoras do poder terráqueo) adotam retaliações contra o governo de Pequim. No mundo capitalista, quem manda são os megaempreendimentos: empresas, bancos, indústrias etc. Qual país capitalista gostaria de perder um mercado consumidor com o volume do chinês? George Bush, em recente pronunciamento, declarou que a Índia já merece um lugar no Conselho de Segurança da ONU, porque o país já conta com uma massa populacional próximo a um bilhão de habitantes. No plano interno, também não é diferente: os governantes, à exceção dos chineses, nenhum esboça o interesse de controlar a taxa de natalidade. Pois, para os empresários (legítimos financiadores do poder eleito), quanto maior a população, maior o número de consumidores em potencial. É compromisso desses homens de negócios, estimular a multiplicação de objetos de lucro/produção (consumidores/trabalhadores), a fim de que seus empreendimentos se perpetuem crescentes, postumamente, sob as rédeas dos seus descendentes. Enquanto isso, àqueles que sonham com um mundo racionalmente povoado, restam-lhes os mecanismos de controle natural das populações: epidemias, tsunamis, terremotos etc.
Contudo, se ainda existe alguém comprometido com a posteridade, que decrete logo um rígido controle na taxa de natalidade, antes que o planeta entre em colapso. Ou antes mesmo que, ao invés de chorar, um homem passe a comemorar a morte de um semelhante seu, por ter-se livrado de mais um concorrente.
* Nas polícias militares, o grupamento dos “batedores” compõem a maioria.
29 de maio de 2009 às 08:53
EFEITO ESTUFA EM PINHEIRO
Talvez a indagação acima seja a mais repetida, nos últimos anos, em nosso município. Mas nem só Pinheiro ficou quente, ele é simplesmente um microponto de um planeta a caminho do superaquecimento. É que já estamos vivendo sob o signo do Efeito Estufa. Chama-se de Efeito Estufa o mecanismo do qual a terra se vale para manter a sua temperatura constante e propícia para as diversas formas de vida em sua face. Tudo poderia ser tolerável e salutar, se não fosse a intervenção do homem: queimando combustíveis fósseis (principalmente o petróleo), desmatando etc. As indústrias de ventiladores e ar-condicionados nunca faturaram tanta grana.
Coube ao físico sueco, Svante Arrhenius(1859-1927), a glória de cientista pioneiro a prever esse fenômeno térmico na biosfera terrestre. Ele percebeu que os gases expelidos pelas queimas ficam em suspensão a uma certa altura, formando uma placa refletora com a terra, semelhante ao que ocorre dentro de uma garrafa térmica (catatropia).Tudo se passa como um espelhamento recíproco entre as paredes espelhadas da garrafa, cujos objetos refletidos são os raios caloríficos contidos no recipiente, até que por outras perdas o líquido interno (o café) se iguala à temperatura ambiente e a eficiência da garrafa deixa existir. Desse modo, a energia luminosa oriunda do sol, a qual, em condições normais retorna 35% para o espaço e os outros 65% ficam aqui aprisionadas em forma de energia térmica ou calor. Porém, à proporção que o “teto” constituído por esses fluidos em suspensão vai-se tornando mais denso, maior será a dificuldade para a luz escapar rumo ao espaço sideral. Assim sendo, segundo a “lei da conservação da energia ou primeira lei da termodinâmica de James Joule”, parte dessa irradiação luminosa converter-se-á em calor, submetendo os terráqueos a um verdadeiro banho-maria, ou seja, sob uma temperatura escaldante e ensopados por uma alta umidade relativa do ar (quantidade de vapor d’água na atmosfera), também resultante da temperatura elevada.
Devemos observar a simbiose danosa (um mal nutrindo o outro) existente entre os processos de degradação: a mesma floresta que concorre para o refrigério e “consome” parte do gás carbônico produzido aqui, é a própria que, uma vez desmatada e queimada, vai gerar gases poluentes, aquecendo o planeta e dissolvendo a massa glacial (de gelo); a mesma geleira que contribui para o frescor do meio ambiente, também é aquela que, quando degelada, levanta o nível dos oceanos (ameaçando as cidades litorâneas) e reduz o albedo terrestre. Albedo é o índice de reflexão óptica de um corpo. Nesta ordem: quanto mais branco o material (lembrem das geleiras), maior será seu albedo ou sua capacidade de refletir as ondas luminosas ao espaço; à medida que o corpo tende à cor negra (sem racismo, brothers), menor será sua capacidade de devolver a luz que sobre si incide. Assim, boa parte da energia luminosa será transformada em calor( conforme já foi demonstrado). Há de se ressaltar que as cidades a cada dia estão mais asfaltadas ou assaltadas! E qual é a cor do piche? Só para concordar com o enunciado de James Joule: “ A energia não pode ser criada nem destruída, senão transformada em outras formas”. O que não deixa de ser um plágio da lei da conservação da matéria de Antoine Lavoisier: “Na natureza, nada se constrói, nada se destrói, mas apenas se transforma”. A diferença reside no fato de a primeira lei tratar de energia, e a segunda de matéria. Mas o que é a matéria, senão uma porção de energia condensada? Como havia preconizado Albert Einstein!
Você que não é um estudante preguiçoso, faça a seguinte experiência: pegue dois pedacinhos de tábua; um com a superfície pintada de branco e a face do outro de cor preta. Em seguida, exponha ambos ao sol. Decorridos uns dez minutos, vá verificar dos dois qual está mais quente. Se não dispuser de um pequeno termômetro de mercúrio, meça à base da sensação térmica; leve o dedão em cada um deles.
Ao organismo humano, a temperatura elevada, a exemplo da umidade ambiental, representa um perigo; já que ambas favorecem à proliferação de microrganismos nos alimentos. Um corpo quente tem aumentado, na mesma escala, o seu metabolismo e, por consequência, sobe o consumo de energia e de oxigênio, exigindo dos animais a ingestão mais freqüente de alimentos, objetivando restaurar as energias perdidas. Dentre outros impactos fisiológicos, diretos. Isto seria muito pouca se não afetasse a nossa cadeia de produção alimentar: que vai dos produtos agrícolas até a fauna (peixes, por exemplo) e microflora (plantinhas ou plântulas) marinhas.
O fornecimento de energia elétrica também é outra atividade prejudicada. Porque, ao crescer o calor, as pessoas vão reagir, usando o aparelho de ar-condicionado. Ademais, quanto mais alta a temperatura, maior será a resistência que os cabos de transmissão oferecem à passagem da eletricidade (dos elétrons), levando a um processo de queda de tensão. Por assim ser, tanto a utilização excessiva do ar-condicionado, como a resistência apresentada pela rede elétrica, ambos os fatores colaboram com o desligamento do relé da subestação responsável pelo suprimento da rede sobrecarregada. Tal desligamento automático culmina, quase sempre, com um blecaute. Isso faz-nos chegar a um slogan apropriado ao movimento encabeçado por um apresentador de TV, opondo-se à passagem da linha de 69kVA por dentro da cidade de Pinheiro. Eis o lema para aquela comunidade masculina que temia tornar-se impotente e sujeita apenas ao 69 de “boquete”, pois ia ficar “sublinhada”, sob a influência da radiação eletromagnética da linha viva: “Alta TENSÃO Tira a TEnSÃO!”
-Embora muitos estudiosos associem também essa onda de calor à rarefação da camada de ozônio, sobretudo devido às emanações dos gases: clorofluorcarbonos, óxido nitroso, dióxido de carbono, sulfeto de hidrogênio, metano; estes três últimos presentes no peido. Para nós que somos leigos e minúsculos diante de uma destruição apocalíptica, cuja dissimulação é acobertada por interesses monstruosos, o mais sensato seria compartilharmos com a receita corretiva apontada pelo meu parente, Dr. Zé Dias. Durante um dos nossos coopers matutinos, o Zé, arrebatado pelo gênio de Minerva, como bom veterinário, indicou uma saída animal para o problema. Sugeriu:
1ª – A retirada imediata de todo o “gado bufa” dos campos de Pinheiro, e, no lugar dele, introduzir elefantes africanos.
2ª – E que essas criaturas diferentes, hoje tachados de gays, que eles voltem a ser tratados de FRESCOS, como outrora.
-Mas em que essas medidas vão contribuir para minimizar a quentura, Zé?! Perguntei-lhe!
-Parente, escuta aí, tu já pensaste: manadas de elefantes abanando aqueles ORELHÕES, e rebanhos de veados, no resto mundo, chamados de frescos, qual é o clima que não REFRESCA? Concluiu Zé Dias.
29 de maio de 2009 às 08:56
Nota do Blog: o comentário abaixo foi parcialmente editado para se enquadrar na normas do blog.
É MUITA FALTA DE VERGONHA, MUITA BABAQUICE DE UNS E OUTROS QUE DIZEM SOBRE IMPACTO AMBIENTAL,NA BR 319. SENDO QUE A MAIOR PORCARIA FOI A ABERTURA DESTA ESTRADA,ONDE SIM! FOI FEITO UM GRANDE DESMATAMENTO E TAMBÉM UM GASTO BARBARO DE DINHEIRO PUBLICO. EU PERGUNTO? VCS REALMENTE CONHECEM A BR 319 DE UMA PONTA A OUTRA? NÃO!SIM!. A REABERTURA NÃO SIGNIFICA DESMATAMENTO,TÃO GRANDE QUANTO O QUE JÁ FOI FEITO. É PRECISO,SIM! UMA CONCIÊNCIA E LEIS MAIS SEVERAS, POIS NESTE PAÍS QUANDO SE FALA EM BENEFICIOS PARA A REGIÃO NORTE SEMPRE TEM OBSTACULOS,ALÉM DOS EMPRESARIOS DE BALSAS DE MANAUS. PORQUE AS “AUTORIDADES” NÃO PRIVATISAM A BR QUEM SABE FICA MELHOR,MAS É A VELHA HISTORIA DEIXAM PRA FAZER ALGUMA COISA EM EPOCA DE ELEIÇÃO, ONDE EXPLORAM A POBREZA E FRAQUEZA DOS OUTROS.AS BRS 319/ MANAUS-PORTOVELHO E 174 MANAUS – BOAVISTA SEMPRE VÃO SER TEMAS DE DEBATE EM AMBITO POLITICO,POIS ELES NA SUA MAIORIA SO CONHECEM ELAS NO PAPEL NUMCA FORAM PESSOALMENTE QUANDO VÃO TEM SEMPRE UM PUXA SACO E MOSTRA A MELHOR PARTE, E OLHA QUE É GENTE DE ESTUDO, ENGENHEIRO OU ALGUM COMANDANTE MILITAR.EU DIGO POIS JÁ TRABALHEI NA 319 E VI VARIAS CENAS DESTAS.VAMOS TODOS JUNTOS FAZER O MELHOR,POIS SO DEPENDE DE NOS OS CUIDADOS COM A NATUREZA,É NOSSA VIDA FUTURA QUE ESTA EM JOGO NESTA SELVA DE PEDRAS, E DE HIPOCRITAS ENGRAVATADOS E DIPLOMAS CAFONAS NAS MÃOS. QUE NOJO AHHHHHHH!!!!!!
29 de julho de 2009 às 01:01