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Vídeo bacana do Inpe sobre mudanças climáticas


O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) tem um vídeo bem didático e instrutivo sobre as mudanças climáticas globais. O vídeo é dividido em 13 capítulos que explicam o efeito estufa, o ciclo de carbono, mudanças climáticas naturais e antropogênicas, entre outros tópicos. Este vale a pena ver e guardar nos favoritos para consultas futuras. O ponto negativo é que não dá para incorporar o vídeo em outras páginas da web. Este merecia estar no YouTube.

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Este post foi publicado terça-feira, 3 de fevereiro de 2009 às 18:23 e colocado na categoria Geral, Uso da Terra. Você pode seguir os comentários à este post pelo RSS 2.0 feed. Você também pode deixar um comentário abaixo, ou trackback do seu próprio site.

3 Respostas para “Vídeo bacana do Inpe sobre mudanças climáticas”

  1. Claudia diz:

    Muito boa a dica! Valeu!

    6 de fevereiro de 2009 às 12:40

  2. roosevelt s. fernandes diz:

    AQUECIMENTO GLOBAL – OS DOIS LADOS DE UMA MESMA VERDADE
    Apesar do processo de Aquecimento Global estar ocorrendo, os cientistas dividem-se. Uns acreditam ser mesmo um problema grave que demanda soluções imediatas com cortes drásticos nas emissões de gases que geram o aquecimento do planeta. Outros acreditam ser menos danoso e, deste modo, poderia ter soluções menos contundentes no curto prazo. Ou seja, para os não iniciados em pesquisas científicas – a grande maioria da sociedade – as dúvidas persistem.
    No Fórum Internacional de Estudos Estratégicos para Desenvolvimento Agropecuário e Respeito ao Clima recentemente realizado em São Paulo, promovido pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), foi defendida e sustentada a tese de que não há necessidade de ações urgentes em relação ao atual contexto do aquecimento global.
    Neste evento não se negou o processo de Aquecimento Global. Entretanto, antes de se adotar cortes drásticos nas emissões de gases com efeito estufa (emissões de carbono) – com reflexos sobre o ritmo da economia mundial – a prioridade deva se concentrar no melhor planejamento das cidades, privilegiando as propostas racionais que não tenham custos excessivos e sem compromissos fundamentados.
    Ainda no evento foi discutido que a redução das emissões de carbono é um processo de elevado custo e baixo índice de eficácia na efetiva redução do problema, e argumentou-se que o momento é de investimento em pesquisas voltadas ao desenvolvimento de tecnologias de geração de energias limpas, sem a emissão de carbono.
    É visível o conflito entre os cenários que antecederam a recente Conferência de Copenhagen (onde prevaleceu a divulgação de pesquisas voltadas aos cortes nas emissões) e a fase pós Conferência, em que despontaram, com grande intensidade, as pesquisas mais conservadoras em relação ao não corte das emissões como solução para o problema do Aquecimento Global.
    Uma das conseqüências da discussão entre os especialistas presentes ao evento foi a vantagem brasileira na geração de energias limpas – biodiesel e etanol – o que pode garantir ao Brasil ganhos decorrentes da venda de tais produtos e tecnologia para outros países. Associado ao fato de que o uso da terra para o plantio de cana e produção de etanol não comprometeria a oferta de alimentos, e sendo um combustível renovável é uma solução ecologicamente correta de geração de energia limpa.
    Outra conclusão do evento foi a necessidade de uma política integrada de agricultura, pecuária e silvicultura, que promovessem a fixação do carbono.
    Entretanto, como um outro lado de uma mesma verdade, o comitê de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Comuns do Reino Unido concluiu sua investigação sobre o chamado “Climagate”, no qual os pesquisadores da Universidade de East Anglia foram acusados de manipular dados sobre Mudanças Climáticas. O Comitê referendou que não havia evidência de que os cientistas exageraram em suas conclusões, o que favorece a tese da urgente necessidade de intervenção no ambiente.
    Enfim, como fica a sociedade neste contexto de opiniões opostas? Fica a espera do consenso entre os cientistas. Mas quando ocorrerá?
    Para conhecer a posição da sociedade da Região da Grande Vitória frente à problemática (causas, efeitos, prós e contras) do Aquecimento Global, o Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA está realizando uma pesquisa que irá trazer dados concretos que permitam caracterizar o nível de percepção ambiental da sociedade frente a este tema..
    Roosevelt S. Fernandes, M. Sc.
    Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA
    roosevelt@ebrnet.com.br

    3 de abril de 2010 às 11:02

  3. roosevelt s. fernandes diz:

    O segmento empresarial e as mudanças climáticas

    Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (Dez. / 2009) identificou que 97% das indústrias têm conhecimento do tema mudanças climáticas, com 33% admitindo conhecer bem o assunto. Em relação ao porte das empresas que admitem conhecer bem o tema, observa-se um equilíbrio entre as de pequeno (30,2%) e as de grande porte (36,5%), evidenciando que o conhecimento está identificado ao longo de toda a cadeia industrial.
    Para 47% das empresas afetadas em relação à obrigação de reduzir as suas emissões de gases com efeito estufa, acreditam que os custos serão significativos (17,2% não souberam responder). Os setores industriais que admitem ser afetados estão o de refino de petróleo, borracha, couro, vestuário, entre outras.
    No segmento industrial 69% acreditam que a preocupação com o meio ambiente é o estímulo mais representativo para que as empresas reduzam suas emissões de gases. O percentual de empresas que pretendem adotar medidas de redução das emissões passa de 42,7% no segmento das pequenas para 66,4% entre as grandes empresas. Destaque para os setores de álcool, bebidas e borracha.
    A sondagem especial da CNI evidencia que 62% das indústrias que conhecem o tema mudanças climáticas já adotaram ou pretendem adotar ações que reduzam suas emissões de gases. O destaque entre as que já adotaram ações concretas fica com os setores de álcool (91,7%), borracha (80,0%) e refino de petróleo (72,7%).
    Observa-se que 75% das indústrias pesquisadas reduziram ou pretendem reduzir o consumo de energia tendo como objetivo a redução de suas emissões de gases estufa. Estas ações se prendem a redução do consumo (74,9%), a substituição de fontes de energia (42,6%) seguido da instalação de equipamentos para medir e controlar as emissões (30,4%), merecendo destaque que entre as empresas que admitiram não adotarem nenhuma ação nos próximos dois anos, destaca-se a doção do processo de inventário de suas emissões, informação básica para qualquer empresa iniciar qualquer processo de intervenção em relação à redução das emissões.
    Entre os fatores que levam as indústrias a atuarem em termos de redução de suas emissões tem-se: preocupação com o meio ambiente (69,2%), imagem no mercado (44,0%), exigência legal (31,4%), incentivo fiscal ou creditício (28,0%), demanda dos clientes (12,8%) e oportunidades de lucro (11,0%).
    Quando perguntados a respeito do impacto sobre as empresas decorrentes das ações a serem adotadas, observa-se que a opção “não sabe” oscilou (comparativamente entre os grupos que admitem conhecer pouco e conhecer bem o problema das mudanças climáticas) entre 4,8% e 23,4%. A opção “não afeta os negócios da empresa” varia, na mesma escala de comparação, entre 24,7% e 33,8%.
    Entre as ações adotadas pelas empresas tem-se: redução do consumo de energia (74,9%), substituição de fontes de energia para outras de menor nível de emissão (42,6%), instalação de equipamentos para medir e controlar as emissões (30,4%), desenvolvimento de projetos que compensem as emissões (24,3%), estímulo aos fornecedores para que reduzam suas emissões (21,9%), elaboração de inventário de suas emissões (19,4%) e financiamento de ações desenvolvidas por terceiros (2,8%).
    No fim de Maio para saber o que a sociedade da Grande Vitória pensa a respeito desse mesmo tema, pesquisa desenvolvida pelo Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental, que trará informações importantes para melhor conhecer o cenário das mudanças climáticas.

    Roosevelt S. Fernandes
    Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA

    1 de maio de 2010 às 21:02

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